quinta-feira, 28 de agosto de 2008
ai vai uma escrita para reflexão. xerus e abraço a todos.
Cultivo.
Há muito tempo surgiu uma cultura
Que muit@s praticam e a mulher não atura
Cultura essa que trata a mulher como um ser abaixo
Pregando a supremacia do homem, que tem de ser muito “macho”
Homem não chora, não apanha, não perde...
Mulher não trabalha, cuida da casa e dos filhos, obedece ao marido...
Quem inventou essa ética se escondeu
Pois na hora da emoção e do apelo, chorou e se arrependeu
Hoje o machismo ainda é muito forte na “gente”
Ensinamentos de muito tempo, difícil de desconstruir
Mas muit@s conseguem admitir
Que forçou a mente e agora pensa diferente
Fortalecendo a utopia do tempo presente
A igualdade.
Quem violenta a mulher não percebe
Que violenta a si próprio
A energia que se passa é a mesma que se recebe.
"Arthur d' souza"
Jovens do Rio se encontrarão com candidatos(as) à Prefeitura

Os(as) sete principais candidatos(as) ao cargo de prefeito(a) do Rio de Janeiro foram convidados pelo Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro para um debate com os jovens da cidade.O debate acontece no dia 2 de setembro, às 17 horas, no auditório do Clube de Engenharia (Av. Rio Branco, 124, 22º andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ).
No evento os jovens entregarão aos candidatos um documento com compromissos e propostas para uma agenda de políticas públicas de juventudes produzida pelos(as) jovens.
A agenda foi produzida durante um Encontro de Galeras organizado pelo Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro em agosto, onde os(as) jovens, a maioria moradores de favelas e periferias da cidade, discutiram quais as políticas públicas que devem ser priorizadas num próximo governo municipal nas áreas de participação política; saúde e sexualidade; gênero; igualdade racial; educação; prevenção de violências e segurança.
Organizações promotoras e que assinam a Plataforma:
Para mais informações e ver as fotos, acesse o blog do Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro:
Max Freitas
Promundo/RJ
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Liberdade..
Tomei (várias) liberdades e mudei um pouco a cara do blog. Estava ficando aflita com as moscas* aqui em volta ai resolvi me intrometer. Coloquei umas fotos e mexi no layout. Sintam-se a vontade para (não) achar legal e mudarem tudo de volta, se for o caso!
Coloquei também uma barra de vídeos do youtube, vamos pensar em filmar (na câmera digital mesmo..) alguma atividade do próximo encontro? Ou melhor..alguém tem alguma coisa filmada dos encontros passados?
Podem me procurar para ajudar nos textos também, gente. Meu email é (para quem não sabe):
s.gomes@promundo.org.br e eu respondo...juro!
Simone
*moscas e as doenças (rsrs)
http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/moscas.htm
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Observatório Jovem - UFF
Artigos de opinião
Os pesquisadores Patrícia Lânes e Maurício Santoro discutem em artigo a recente cena brasileira da participação juvenil e o processo de realização da 1a Conferência Nacional de Juventude.
Clique aqui para abrir o documento pdf.
*Maurício Santoro- Cientista politico, pesquisador do Ibase e Conselheiro Nacional de Juventude.
Fonte:
http://www.uff.br/obsjovem/mambo/index.php?option=com_content&task=view&id=492&Itemid=23
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Resoluções e prioridades da Conferência:
Max Freitas
Promundo/RJ
Publicação Análise Situacional
Não existe somente uma juventude, mas várias, vividas segundo seus contextos e identidades diferenciadas. Todavia, ainda existe a tendência de considerar a juventude como um grupo homogêneo, como nas manchetes de jornais, com associações entre jovens e problemas sociais. Para compreender essas diferenças nos locais de trabalho em âmbito nacional e ajudar na definição do foco das ações em cada uma das quatro regiões contempladas pelo projeto (Rio de Janeiro; Brasília; Recife e Abelardo Luz), foi realizada uma pesquisa de análise situacional cujo resultado é essa publicação, com o objetivo de lançar luz sobre alguns dados das juventudes brasileiras nessas regiões.
Clique aqui para baixar.
O Projeto JovEMovimento:
Através do treinamento e fortalecimento de jovens de comunidades de baixa renda em quatro regiões do Brasil, organizados localmente e engajados em uma rede nacional, este projeto busca:
1) promover educação entre jovens para possibilitar o acesso ao direito de uma vida livre de violência nos níveis interpessoal, comunitário, institucional e social e advogar por esses direitos através do uso de ferramentas de comunicação nos níveis local e nacional; e
2) promover ações de prevenção de violência e monitorar as ações de prevenção de violência da Política Nacional de Promoção da Saúde
Dados do Ministério da Saúde do afirmam que fatores externos (como violência e acidentes de transito) são responsáveis por 70% da mortalidade de jovens no Brasil. A juventude brasileira enfrenta violência nos níveis interpessoal, comunitário, institucional e social, sendo que a ampla maioria dos jovens vítimas de violência, principalmente da violência letal, são oriundos de comunidades de baixa renda, majoritariamente em contexto urbano, homens e afro-descendentes. Os centros urbanos são os mais densamente povoados e apresentam as maiores taxas de desemprego (particularmente entre jovens), e também são onde a desigualdade e exclusão social são mais evidentes, combinação que resulta em altas taxas de violência nessas áreas. Homens jovens brasileiros não só estão em maior risco de serem mortos (mais de 90% das vítimas de homicídio em 2003 eram jovens homens entre 15-29 anos), mas também estão mais inclinados a cometer atos de violência, incluindo homicídios. Neste contexto de vulnerabilidade, muitos jovens brasileiros são pouco conscientes de seu direito a uma vida segura, saudável e a um desenvolvimento harmonioso, ou ainda, lhes falta oportunidades para demandar acesso a esses direitos.
Atividades: O projeto atuará em dois níveis estratégicos:
Intervenção comunitária, através do desenvolvimento e implementação de uma estratégia de promoção dos direitos dos Jovens por uma vida sem violência em comunidades de baixa renda em quatro cidades, em diferentes regiões do País. As estratégias são desenvolvidas pelos grupos de jovens e cada grupo tem como foco diferentes tipos de violência que os próprios jovens identificaran como mais relevantes em seu próprio contexto. As atividades incluem comunicação (rádio on-line e campanhas) e projetos de educação “de jovens para jovens”, que contribuem para aumentar a consciência sobre os direitos e responsabilidades, para a promoção de mudanças de atitudes e valores que levem a diminuição nos níveis de violência;


